Home Data de criação : 08/10/07 Última atualização : 09/11/17 10:28 / 75 Artigos publicados

A Irônia no Seu Melhor Estilo  (Política) escrito em sexta 07 agosto 2009 11:05

Por: Dr. Carlos Alberto Morales Paitán, Peru.

DUAS MIL pessoas contraem a gripe suína e todo mundo já quer usar máscara.
VINTE E CINCO milhões de pessoas têm AIDS e ninguém quer usar preservativo...

PANDEMIA DE LUCRO

No mundo, a cada ano morrem milhões de pessoas vitimas da Malária, que se podia prevenir com um simples mosquiteiro.

Os noticiários, disto nada falam!

No mundo, por ano morrem 2 milhões de crianças com diarréia que se poderia evitar com um simples soro que custa 25 centavos.

Os noticiários disto nada falam!

Sarampo, pneumonia e enfermidades curáveis com vacinas baratas, provocam a morte de 10 milhões de pessoas a cada ano.

Os noticiários disto nada falam!

Mas há cerca de 10 anos, quando apareceu a famosa gripe das aves. Os noticiários mundiais inundaram-se de noticias...

Uma epidemia, a mais perigosa de todas. Uma Pandemia!

Só se falava da terrífica enfermidade das aves.

Não obstante, a gripe das aves apenas causou a morte de 250 pessoas, em 10 anos, 25 mortos por ano.

A gripe comum, mata por ano meio milhão de pessoas no mundo. Meio milhão contra 25.
Um momento, um momento. Então, por que se armou tanto escândalo com a gripe das aves?

Porque atrás desses frangos havia um "galo", um galo de crista grande.

A farmacêutica transnacional Roche com o seu famoso Tamiflu vendeu milhões de doses aos países asiáticos.

Ainda que o Tamiflu seja de duvidosa eficácia, o governo britânico comprou 14 milhões de doses para prevenir a sua população.

Com a gripe das aves, a Roche e a Relenza, as duas maiores empresas farmacêuticas que vendem os antivirais, obtiveram milhões de dólares de lucro.

Antes com os frangos e agora com os porcos.

Sim, agora começou a psicose da gripe porcina. E todos os noticiários do mundo só falam disso.

Já não se fala da crise econômica nem dos torturados em Guantánamo, só a gripe porcina, a gripe dos porcos.

E eu me pergunto: se atrás dos frangos havia um "galo" atrás dos porcos, não haverá um "grande porco"?

A empresa norte-americana Gilead Sciences tem a patente do Tamiflu. O principal acionista desta empresa é nada menos que um personagem sinistro, Donald Rumsfeld, secretário da defesa de George Bush, artífice da guerra contra Iraque.

Os acionistas das farmacêuticas Roche e Relenza estão esfregando as mãos, estão felizes pelas suas vendas novamente milionárias com o duvidoso Tamiflu.

A verdadeira pandemia é de lucro, os enormes lucros destes mercenários da saúde.
Não nego as necessárias medidas de precaução que estão a ser tomadas pelos países.
Mas se a gripe porcina é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de comunicação.
Se a Organização Mundial de Saúde (conduzida pela chinesa Margaret Chan) se preocupa tanto com esta enfermidade, por que não a declara como um problema de saúde pública mundial e autoriza o fabrico de medicamentos genéricos para combatê-la?
Prescindir das patentes da Roche e Relenza e distribuir medicamentos genéricos gratuitos a todos os países, especialmente os pobres. Essa seria a melhor solução.

PASSEM ESTA MENSAGEM POR TODOS OS LADOS, COMO SE TRATASSE DE UMA VACINA, PARA QUE TODOS CONHEÇAM A REALIDADE DESTA "PANDEMIA".

Pois os meios de comunicação naturalmente divulgam o que interessa aos patrocinadores, não aos ouvintes e leitores.

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Novela ou Real?  (Diversos) escrito em segunda 20 julho 2009 08:46

Por: VICTOR VIEIRA

Deu no blog do M. Paiva [ESTADÃO].

O juiz João Paulo Capanema de Souza [24º Juizado Especial Cível - RJ] proibiu que o hilário colunista da ILUSTRADA, Zé Simão, fale de atriz Juliana Paes, que alegou que teve a honra atingida.

A multa por cada notinha veiculada é de R$ 10 mil.

Juliana alega que o colunista "vem publicando reiteradamente nos meios de comunicação em que atua, sobretudo eletrônicos, textos que têm ultrapassado os limites da ficção experimentada pela personagem e repercutido sobre a honra e moral da atriz e mulher e sua família".

O juiz Capanema não vê "ofensa ou aspecto pejorativo" nas considerações do colunista "sobre a 'poupança' da atriz ou sobre o fato de sua bunda ser grande", já que "sua imagem esteve e está à disposição de quem quisesse e ainda queira ver".

Mas considerou que o Simão ofendeu "a moral da mulher Juliana Couto Paes, seu marido, sua família", ao "jogar com a palavra "casta" e dizer que Juliana "não é nada casta"."

Para os advogados da FOLHA, a decisão do juiz "trata o humor como ilícito e, no fim das contas, é a mesma coisa que censura".

Tem muitas implicações o gesto da atriz, que fatura em cima de sua beleza incomparável, quer ser notada, capricha na produção, vende, anuncia [em um comercial de cerveja, ela é "a boa"].

Juliana é uma atriz talentosa. Era figurante de novela. Foi notada e puxada para a frente. É agora protagonista. Falar da bunda pode. No entanto, não se pode ironizar com a sua personagem.

No Brasil, se leva mais a sério a novela do que a exposição do traseiro avantajado.

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Drible Mais Que Normal  (Video) escrito em quarta 15 julho 2009 17:42

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Tem razão o Governo, a Polícia ou Bob?  (Política) escrito em segunda 06 julho 2009 17:31

Foto: Blog Marcelo Rubens Paiva / estadao.com.br

Por: VICTOR VIEIRA

Entre as leituras diárias nos diversos blogs, jornais, revistas, uma fofoca ou outra, sempre se encontra textos de bom nível, outros super emocionantes, complexos, filosóficos, políticos, ideológicos, religiosos, alguns não tão bons e até vazios.

Domingo foi o dia ideal para “lesar” entre as cobertas, devido ao frio que cobriu São Bernardo, cidade do Grande ABC que abriga um dos maiores e mais importante reservatório de água da região metropolitana de São Paulo, a represa Billings. É de lá que vem este clima que os namorados tanto gostam.

Neste cenário, terminei a leitura do livro Rota 66 – A história da polícia que mata – de Caco Barcellos. Eita sujeito atrevido e corajoso.

Totalmente parcial, aponta diversos casos inescrupulosos de matadores que vestem farda. Farda da PM. Nunca fui muito fã de policial e/ou advogado, logo, recomendo.

Marcelo Paiva em inspiradíssima publicação em seu blog no último dia 03 de julho, fala mais uma vez sobre a legalização da maconha. O feudalismo não morreu, este é o título.

Para abordar o tema, este fera literal retrata a relação feudal de nosso país e também da América. O autor defende a tese de que governantes criaram o “problema” que existe na pauta maconha e agora evitam as discussões o em busca de solução.

Bob criou uma religião, a trupe do reggae e sempre defendou o consumo da canabis. Já a PM criou o terror baseado na lei de governantes e pune severamente quem vende e consume tal produto.

Entre as leituras, estou de acordo com este texto que integra a crônica de Paiva e que reacende o debate do tema, aqui o reproduzo:

 

Descriminalizem a maconha [de Marie Myung-Ok Lee]

Estou ao telefone aprendendo uma receita de manteiga de haxixe. Não com um traficante, mas com Lester Grinspoon, professor emérito de Psiquiatria da Escola de Medicina de Harvard. E não é para uma festa, mas para meu filho de 9 anos, que sofre de autismo, ansiedade e problemas digestivos, que são aliviados pelas propriedades analgésicas e psicoativas da maconha. Não lhe daria se não achasse seguro.

Descobri a maconha quando procurava uma alternativa mais segura aos fortes remédios antipsicóticos, como o Risperdal, habitualmente receitados para crianças com autismo e outros distúrbios de comportamento. Há poucos estudos sobre os efeitos desses medicamentos, a longo prazo, no cérebro de uma criança em crescimento, em especial sobre o autismo, distúrbio cujos mecanismos bioquímicos são pouco compreendidos. Mas existe farta documentação sobre riscos, o que levou a Food and Drug Administration (FDA) a exigir nas embalagens o alerta máximo, a "tarja preta", informando possíveis efeitos colaterais, que incluem tremores permanentes como os do mal de Parkinson, distúrbios metabólicos e morte. Um painel de especialistas federais em remédios, em 2008, insistiu que os médicos sejam cautelosos ao receitar esses remédios a crianças, mais suscetíveis aos efeitos colaterais.

Moramos em Rhode Island, um dos mais de 12 Estados - incluindo a Califórnia - que têm leis para uso medicinal da maconha. Isso nos permite dá-la a nosso filho, para uso médico, legalmente. Mas nos limita seu uso. Não podemos levá-la de avião numa visita à avó em Minnesota.

Embora não violemos a lei, pergunto-me o que os vizinhos pensariam se soubessem que damos a nosso filho o que a maioria das pessoas encara como droga "recreativa" ilegal. A maconha sempre carregou o estigma do perigo ilícito - A Porta da Loucura e cartéis estrangeiros do tráfico. Mas em 1988, após dois anos de audiências, o juiz Francis L. Young, da Drug Enforcement Administration (DEA), considerou-a "uma das substâncias terapêuticas mais seguras entre as conhecidas pelo homem. (...) Em termos estritamente medicinais, a maconha é muito mais segura que muitos alimentos que comumente consumimos".

Além de ajudar pessoas como meu filho, são muitas as razões para legalizar a maconha em nível federal. Depoimentos de pacientes atestam suas propriedades analgésicas. E os benefícios no combate ao enjoo da quimioterapia e à debilitação decorrente estão bem documentados. Estudos futuros podem descobrir empregos medicinais ainda mais importantes.

Incluir a maconha na guerra às drogas mostrou-se temerário - e caro. Ao manter a maconha ilegal e os preços altos, o dinheiro da droga ilícita dos EUA sustenta os traficantes assassinos no México e em outros países. Na verdade, depois de perceber como a proximidade dos cultivadores de maconha afetava a pequena vila mexicana de Alamos, onde meu marido passou boa parte da infância, sempre fui inflexível em nunca entrar nessa economia da violência.

Como em Rhode Island não há postos fornecedores, como na Califórnia, o paciente precisa pedir uma licença para uso medicinal de maconha e então achar um jeito de obtê-la. Tivemos de improvisar até finalmente contatarmos um horticultor local graduado que concordou em fornecer maconha orgânica a nosso filho. Mas, em razão do degradado submundo do comércio de drogas ilegais, somado ao colapso econômico atual, até nosso plantador precisa ficar atento para não se expor a furtos.

Legalizar a maconha não só elimina o incentivo a essa economia subterrânea, como permite a regularização e tributação do produto, tal como o cigarro e o álcool. Potencial para abusos existe, como com qualquer substância, mas estudos toxicológicos não foram sequer capazes de estabelecer uma dosagem letal nos níveis típicos de consumo. De fato, em 1988, Young ainda disse: "Estima-se que um fumante teoricamente teria de consumir cerca de 680 kg de maconha em quase 15 minutos para induzir uma reação letal." E a maconha nem provoca dependência física, diferente do cafezinho do Starbucks, como pode atestar quem já sofreu de dores de cabeça por abstinência de café.

Apesar de demonizada por anos, não faz tanto tempo que a maconha é ilegal nos EUA. Ela foi criminalizada no nível federal em 1937, pelos esforços de um só homem, Harry Anslinger, comissário do recém-formado Birô de Narcóticos, e por meio de histórias sensacionalistas de assassinatos e violência supostamente cometidos sob o efeito da Canabis. A planta continuou relacionada na farmacopeia dos EUA até 1941 como droga nativa útil para tratar dores de cabeça e de dente, depressão e cólicas menstruais, e as empresas farmacêuticas trabalhavam para desenvolver variedades mais fortes.

Em 1938, um cético Fiorello Laguardia, prefeito de Nova York, nomeou um comitê para fazer o primeiro estudo em profundidade dos verdadeiros efeitos da maconha. Ele concluiu que, apesar das acaloradas alegações do governo, a maconha não causa insanidade nem age como porta de entrada de outras drogas. Tampouco encontrou razões científicas para sua criminalização. Em 1972, a comissão Shafer, do governo Nixon, concluiu que a Canabis devia ser legalizada de novo.

Ambas as recomendações foram ignoradas e desde então bilhões de dólares foram gastos para sustentar a proibição. O analista de políticas públicas Jon Gettman, autor do relatório Receitas perdidas e outros custos das leis antimaconha, de 2007, estimou o custo anual da repressão à maconha em US$ 10,7 bilhões.

Fiquei animada ao ouvir o recente apelo do governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, para que os EUA observem as experiências de outros países com a legalização da maconha e abram um debate. E, dadas as reais ameaças à segurança do país, foi prudente o anúncio do procurador-geral Eric H. Holder Jr. de que o governo federal não faria mais batidas contra fornecedores legais de maconha medicinal. A descriminalização

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E se seu time fosse uma banda?  (Diversos) escrito em segunda 27 abril 2009 21:45

Por: VICTOR VIEIRA

Carta enviada por um leitor

Grêmio = Sepultura Um de nossos sucessos internacionais. Mas na terra do molejo e do samba faceiro, muitos acham que eles pegam pesado demais.

Corinthians = Michael Jackson Um dos mais populares da história, envolveu-se em escândalos e até mudou de cor. Têm apostado em criancinhas como Lulinha e Dentinho.

Palmeiras = Aerosmith A banda tem enorme tempo de estrada. Mas suas músicas só atingem o estrelato quando faz alguma parceria.

São Paulo = Queen Já foi eleita a melhor do mundo uma quantidade de vezes. E um dos seus integrantes é assumidamente homossexual.

Santos = Beatles Nos anos 60, não tinha pra ninguém. Só que até hoje é lembrado no mundo inteiro pelos sucessos de 40 anos atrás.

Vasco = Oasis Banda de qualidade e importância inquestionáveis. Todo mundo quer gostar dela quando ouve, mas a imagem do ex-líder faz muita gente ainda sentir aversão.

Internacional = Led Zeppelin Reinou nos anos 70 e morreu nos 80. Seus líderes conseguiram juntar os cacos e voltar nos anos 2000, com uma inesquecível turnê mundial.

Fluminense = Titãs Banda charmosa e simpática e, no Brasil, é querida por muitos. O problema é que ninguém nunca ouviu falar fora de nossas fronteiras.

Botafogo = Rolling Stones Seria o maior da década de 60, se não houvesse um rival mais popular. Teve seu Satisfaction em Garrincha. Há alguns anos retomou o rumo e está feliz da vida.

Cruzeiro = Paralamas do Sucesso Na América do Sul é respeitado e campeão de vendas. Mas quando participa de um festival com bandas européias é café com leite.

Flamengo = Jorge Ben Jor Há muito tempo não produz um grande sucesso. Mas é incrível como segue popular e nunca sai da moda.

Ponte Preta & Guarani = Chitãozinho e Xororó Quando apareceram, ganharam muitos fãs pelo Brasil, viraram febre, mas nunca foram unanimidade. Depois de um tempo, e de tantas imitações, se relegaram aos seus poucos fãs do interior.

Goiás = Leonardo Tomou espaço de outros similares, e vez ou outra emplaca um sucesso, mas nunca chegando ao topo como seus inspiradores.

América-RJ = Erasmo Carlos Parceiro na panela Jovem (RJ) da década de 60, hoje em dia vive só de nome e de lembranças dos saudosistas e dos poucos fãs malucos que são diretores de TV.

Remo = Calypso Orgulho do Pará, e só do Pará.

Atlético Paranaense = Amy Winehouse Já foi muito badalada e considerada a estrela mais promissora dos últimos tempos. Mas atualmente é boçal, desperta ódio em todos e está para morrer a qualquer momento.

Coritiba = Banda Blitz & Ewandro Mesquita Um raro sucesso nos anos 80, que os seus fãs ainda cantam nos dias atuais, por falta de outras músicas boas...

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