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Política

A Irônia no Seu Melhor Estilo  (Política) escrito em sexta 07 agosto 2009 11:05

Por: Dr. Carlos Alberto Morales Paitán, Peru.

DUAS MIL pessoas contraem a gripe suína e todo mundo já quer usar máscara.
VINTE E CINCO milhões de pessoas têm AIDS e ninguém quer usar preservativo...

PANDEMIA DE LUCRO

No mundo, a cada ano morrem milhões de pessoas vitimas da Malária, que se podia prevenir com um simples mosquiteiro.

Os noticiários, disto nada falam!

No mundo, por ano morrem 2 milhões de crianças com diarréia que se poderia evitar com um simples soro que custa 25 centavos.

Os noticiários disto nada falam!

Sarampo, pneumonia e enfermidades curáveis com vacinas baratas, provocam a morte de 10 milhões de pessoas a cada ano.

Os noticiários disto nada falam!

Mas há cerca de 10 anos, quando apareceu a famosa gripe das aves. Os noticiários mundiais inundaram-se de noticias...

Uma epidemia, a mais perigosa de todas. Uma Pandemia!

Só se falava da terrífica enfermidade das aves.

Não obstante, a gripe das aves apenas causou a morte de 250 pessoas, em 10 anos, 25 mortos por ano.

A gripe comum, mata por ano meio milhão de pessoas no mundo. Meio milhão contra 25.
Um momento, um momento. Então, por que se armou tanto escândalo com a gripe das aves?

Porque atrás desses frangos havia um "galo", um galo de crista grande.

A farmacêutica transnacional Roche com o seu famoso Tamiflu vendeu milhões de doses aos países asiáticos.

Ainda que o Tamiflu seja de duvidosa eficácia, o governo britânico comprou 14 milhões de doses para prevenir a sua população.

Com a gripe das aves, a Roche e a Relenza, as duas maiores empresas farmacêuticas que vendem os antivirais, obtiveram milhões de dólares de lucro.

Antes com os frangos e agora com os porcos.

Sim, agora começou a psicose da gripe porcina. E todos os noticiários do mundo só falam disso.

Já não se fala da crise econômica nem dos torturados em Guantánamo, só a gripe porcina, a gripe dos porcos.

E eu me pergunto: se atrás dos frangos havia um "galo" atrás dos porcos, não haverá um "grande porco"?

A empresa norte-americana Gilead Sciences tem a patente do Tamiflu. O principal acionista desta empresa é nada menos que um personagem sinistro, Donald Rumsfeld, secretário da defesa de George Bush, artífice da guerra contra Iraque.

Os acionistas das farmacêuticas Roche e Relenza estão esfregando as mãos, estão felizes pelas suas vendas novamente milionárias com o duvidoso Tamiflu.

A verdadeira pandemia é de lucro, os enormes lucros destes mercenários da saúde.
Não nego as necessárias medidas de precaução que estão a ser tomadas pelos países.
Mas se a gripe porcina é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de comunicação.
Se a Organização Mundial de Saúde (conduzida pela chinesa Margaret Chan) se preocupa tanto com esta enfermidade, por que não a declara como um problema de saúde pública mundial e autoriza o fabrico de medicamentos genéricos para combatê-la?
Prescindir das patentes da Roche e Relenza e distribuir medicamentos genéricos gratuitos a todos os países, especialmente os pobres. Essa seria a melhor solução.

PASSEM ESTA MENSAGEM POR TODOS OS LADOS, COMO SE TRATASSE DE UMA VACINA, PARA QUE TODOS CONHEÇAM A REALIDADE DESTA "PANDEMIA".

Pois os meios de comunicação naturalmente divulgam o que interessa aos patrocinadores, não aos ouvintes e leitores.

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Tem razão o Governo, a Polícia ou Bob?  (Política) escrito em segunda 06 julho 2009 17:31

Foto: Blog Marcelo Rubens Paiva / estadao.com.br

Por: VICTOR VIEIRA

Entre as leituras diárias nos diversos blogs, jornais, revistas, uma fofoca ou outra, sempre se encontra textos de bom nível, outros super emocionantes, complexos, filosóficos, políticos, ideológicos, religiosos, alguns não tão bons e até vazios.

Domingo foi o dia ideal para “lesar” entre as cobertas, devido ao frio que cobriu São Bernardo, cidade do Grande ABC que abriga um dos maiores e mais importante reservatório de água da região metropolitana de São Paulo, a represa Billings. É de lá que vem este clima que os namorados tanto gostam.

Neste cenário, terminei a leitura do livro Rota 66 – A história da polícia que mata – de Caco Barcellos. Eita sujeito atrevido e corajoso.

Totalmente parcial, aponta diversos casos inescrupulosos de matadores que vestem farda. Farda da PM. Nunca fui muito fã de policial e/ou advogado, logo, recomendo.

Marcelo Paiva em inspiradíssima publicação em seu blog no último dia 03 de julho, fala mais uma vez sobre a legalização da maconha. O feudalismo não morreu, este é o título.

Para abordar o tema, este fera literal retrata a relação feudal de nosso país e também da América. O autor defende a tese de que governantes criaram o “problema” que existe na pauta maconha e agora evitam as discussões o em busca de solução.

Bob criou uma religião, a trupe do reggae e sempre defendou o consumo da canabis. Já a PM criou o terror baseado na lei de governantes e pune severamente quem vende e consume tal produto.

Entre as leituras, estou de acordo com este texto que integra a crônica de Paiva e que reacende o debate do tema, aqui o reproduzo:

 

Descriminalizem a maconha [de Marie Myung-Ok Lee]

Estou ao telefone aprendendo uma receita de manteiga de haxixe. Não com um traficante, mas com Lester Grinspoon, professor emérito de Psiquiatria da Escola de Medicina de Harvard. E não é para uma festa, mas para meu filho de 9 anos, que sofre de autismo, ansiedade e problemas digestivos, que são aliviados pelas propriedades analgésicas e psicoativas da maconha. Não lhe daria se não achasse seguro.

Descobri a maconha quando procurava uma alternativa mais segura aos fortes remédios antipsicóticos, como o Risperdal, habitualmente receitados para crianças com autismo e outros distúrbios de comportamento. Há poucos estudos sobre os efeitos desses medicamentos, a longo prazo, no cérebro de uma criança em crescimento, em especial sobre o autismo, distúrbio cujos mecanismos bioquímicos são pouco compreendidos. Mas existe farta documentação sobre riscos, o que levou a Food and Drug Administration (FDA) a exigir nas embalagens o alerta máximo, a "tarja preta", informando possíveis efeitos colaterais, que incluem tremores permanentes como os do mal de Parkinson, distúrbios metabólicos e morte. Um painel de especialistas federais em remédios, em 2008, insistiu que os médicos sejam cautelosos ao receitar esses remédios a crianças, mais suscetíveis aos efeitos colaterais.

Moramos em Rhode Island, um dos mais de 12 Estados - incluindo a Califórnia - que têm leis para uso medicinal da maconha. Isso nos permite dá-la a nosso filho, para uso médico, legalmente. Mas nos limita seu uso. Não podemos levá-la de avião numa visita à avó em Minnesota.

Embora não violemos a lei, pergunto-me o que os vizinhos pensariam se soubessem que damos a nosso filho o que a maioria das pessoas encara como droga "recreativa" ilegal. A maconha sempre carregou o estigma do perigo ilícito - A Porta da Loucura e cartéis estrangeiros do tráfico. Mas em 1988, após dois anos de audiências, o juiz Francis L. Young, da Drug Enforcement Administration (DEA), considerou-a "uma das substâncias terapêuticas mais seguras entre as conhecidas pelo homem. (...) Em termos estritamente medicinais, a maconha é muito mais segura que muitos alimentos que comumente consumimos".

Além de ajudar pessoas como meu filho, são muitas as razões para legalizar a maconha em nível federal. Depoimentos de pacientes atestam suas propriedades analgésicas. E os benefícios no combate ao enjoo da quimioterapia e à debilitação decorrente estão bem documentados. Estudos futuros podem descobrir empregos medicinais ainda mais importantes.

Incluir a maconha na guerra às drogas mostrou-se temerário - e caro. Ao manter a maconha ilegal e os preços altos, o dinheiro da droga ilícita dos EUA sustenta os traficantes assassinos no México e em outros países. Na verdade, depois de perceber como a proximidade dos cultivadores de maconha afetava a pequena vila mexicana de Alamos, onde meu marido passou boa parte da infância, sempre fui inflexível em nunca entrar nessa economia da violência.

Como em Rhode Island não há postos fornecedores, como na Califórnia, o paciente precisa pedir uma licença para uso medicinal de maconha e então achar um jeito de obtê-la. Tivemos de improvisar até finalmente contatarmos um horticultor local graduado que concordou em fornecer maconha orgânica a nosso filho. Mas, em razão do degradado submundo do comércio de drogas ilegais, somado ao colapso econômico atual, até nosso plantador precisa ficar atento para não se expor a furtos.

Legalizar a maconha não só elimina o incentivo a essa economia subterrânea, como permite a regularização e tributação do produto, tal como o cigarro e o álcool. Potencial para abusos existe, como com qualquer substância, mas estudos toxicológicos não foram sequer capazes de estabelecer uma dosagem letal nos níveis típicos de consumo. De fato, em 1988, Young ainda disse: "Estima-se que um fumante teoricamente teria de consumir cerca de 680 kg de maconha em quase 15 minutos para induzir uma reação letal." E a maconha nem provoca dependência física, diferente do cafezinho do Starbucks, como pode atestar quem já sofreu de dores de cabeça por abstinência de café.

Apesar de demonizada por anos, não faz tanto tempo que a maconha é ilegal nos EUA. Ela foi criminalizada no nível federal em 1937, pelos esforços de um só homem, Harry Anslinger, comissário do recém-formado Birô de Narcóticos, e por meio de histórias sensacionalistas de assassinatos e violência supostamente cometidos sob o efeito da Canabis. A planta continuou relacionada na farmacopeia dos EUA até 1941 como droga nativa útil para tratar dores de cabeça e de dente, depressão e cólicas menstruais, e as empresas farmacêuticas trabalhavam para desenvolver variedades mais fortes.

Em 1938, um cético Fiorello Laguardia, prefeito de Nova York, nomeou um comitê para fazer o primeiro estudo em profundidade dos verdadeiros efeitos da maconha. Ele concluiu que, apesar das acaloradas alegações do governo, a maconha não causa insanidade nem age como porta de entrada de outras drogas. Tampouco encontrou razões científicas para sua criminalização. Em 1972, a comissão Shafer, do governo Nixon, concluiu que a Canabis devia ser legalizada de novo.

Ambas as recomendações foram ignoradas e desde então bilhões de dólares foram gastos para sustentar a proibição. O analista de políticas públicas Jon Gettman, autor do relatório Receitas perdidas e outros custos das leis antimaconha, de 2007, estimou o custo anual da repressão à maconha em US$ 10,7 bilhões.

Fiquei animada ao ouvir o recente apelo do governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, para que os EUA observem as experiências de outros países com a legalização da maconha e abram um debate. E, dadas as reais ameaças à segurança do país, foi prudente o anúncio do procurador-geral Eric H. Holder Jr. de que o governo federal não faria mais batidas contra fornecedores legais de maconha medicinal. A descriminalização

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Trote internacional?  (Política) escrito em quinta 12 fevereiro 2009 10:44

Foto: Arquivo familiar

Por: VICTOR VIEIRA

 

Há algo mais sem graça que trote de faculdade? Certamente não.

Todo ano as manchetes são as mesmas e nenhuma autoridade toma providência. Casos de drogas, bebidas, facadas, chutes, pauladas e agora até fogo estão ateando. Início das aulas nas universidades e lá estão os abusos contra calouros.

Comecei a ler o jornal de hoje e pensei se tratar de mais um trote escolar, mas não era.

As idéias para escrever sobre o 100% de aproveitamento do imbatível Palmeiras, a vitória sofrida do vice Corinthians, o show de Messi ao comando do ‘ídolo-técnico’ Maradona, sumiram. Sobrou apenas o sentimento de repúdio e indecoro em relação aos três neonazistas de Zurique.

A brasileira e advogada Paula Oliveira, foi ferida com estiletes por três homens brancos e carecas ontem à noite. Perdeu os filhos (gêmeos) no terceiro mês de gravidez e ficou cheia de marcas pelo corpo com a sigla SVP.

Sigla que faz menção a um partido político suíço, Centro da União Democrática (UDC em francês).

Segundo site do grupo o UDC é o maior partido do país em número de eleitores. São mais de 90 mil filiados, totalizando quase 30% do eleitorado.

A cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaver, disse em entrevista a Globo News que o ataque provavelmente ocorreu devido a vítima ser estrangeira. "Uma facção do partido tem uma posição muito dura em relação à questão da imigração. Um grupo era contrário ao referendo (que pode dar mais abertura a imigrantes no país). Acham que o aumento da imigração tem trazido mais problemas, mais concorrência e piora no serviço de saúde e na criminalidade".

Mais problemas? Mais criminalidade? Desta vez os problemas e crimes foram causados por eles próprios.

Confesso ser inimaginável uma gestante ficar sob mira de idealistas políticos, pelo simples fato de ser imigrante.

Curioso, que autora do livro A Cidadania Ativa, Doutora Maria Victoria de Mesquita Benevides, destaca em sua obra que a Suíça tem uma das sociedades mais educadas e evoluídas para referendos e plebiscitos. Pura ironia.

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Infortúnio nacional  (Política) escrito em terça 03 fevereiro 2009 12:49

Fonte/Foto: globo.com

Por: VICTOR VIEIRA

O que significa paraisópolis? É um nome próprio? Escreve-se com letra maiúscula?

Não entendi.

Será uma junção de paraíso com metrópoles? Se sim, porque trocaram ‘e’ por ‘i’?

Fato é que hoje, as certezas que envolvem a favela conhecida por Paraisópolis são trocas de tiros, desespero e dor.

Desgraça na metrópole que não tem nada de paraíso.

Não só pelo terror dos traficantes, mas também pela volta de José Sarney a presidência do senado. Eutanásia neles Brasil.

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Espírito esportivo  (Política) escrito em terça 06 janeiro 2009 16:54

(Foto/Fonte: globo.com 04 de Janeiro de 2009) Crianças israelenses brincando dentro de quarto blindado na cidade de Sderot.

Por VICTOR VIEIRA

Os brasileiros, mesmo que superficialmente, acompanham a ofensiva militar israelense na Palestina e Faixa de Gaza.

Desde do dia 27 de dezembro, pessoas não param de morrer em confrontos. Em menos de 10 dias, mais de 550 palestinos mortos e cerca de 2.350 estão feridos.

Avital Leibovitch, porta-voz do exército de Israel, garante que o ataque é para destruir a infraestrutura de terror montada pelo Hamas e imponentemente, começaram as invasões por terra.

Medíocre, ardilosa e evasiva de provas, essa justificativa israelense é tão banal quanto as já usadas em outros ataques.

Jamais devemos esquecer que nenhum oficial americano, inclusive George W. Bush conseguiu provar até hoje a existência de armas de destruição em massa, supostamente fabricadas pelo Iraque.

Nem mesmo o patriotismo é levado a sério.

A ordem é matar, invadir, sacrificar e conquistar, não importa como. Tanto que um cidadão israelense (22 anos), foi morto por um soldado do próprio país, devido ter protestado contra a tirania aplicada na Palestina.

Como um ato psicótico, insano e imaturo, os próprios meios de comunicação Israelenses aprovam a atitude política e contam com o fim do Hamas. De forma alguma faço parte do Hamas e nem escrevo para inocentá-los das resistências as guerras, pelo contrário, propago e defendo o fim da guerrilha.

A história mostra que este conflito teve início no século passado, após a imigração de judeus para o território árabe.

Durante a segunda guerra e o massacre de Hitler, a população judaica chegou aproximadamente a 600 mil habitantes dentro das terras árabes.

Em busca de paz e ordem, a ONU propôs a separação dentro do território, um árabe e outro judeu, mas os árabes nunca aceitaram a divisão e as guerras entre as raças não deram tréguas.

Você deve está se perguntando o porque escrevo sobre isso e qual é a ligação entre os ataques e o esporte?

Escrevo por entender que somente o esporte pode aliviar a dor e o sofrimento de um povo que vive sob esses tipos de ameaças frequentes.

Pode ser que nem todos enxerguem e considerem que há uma ligação direta, pois se trata de um problema cultural e político, não esportivo.

Concordo. Porém, ao ver a foto das três crianças presas dentro de um quarto, me chamou atenção o tabuleiro de jogos. Assim é o esporte.

Não há limite de idade, tamanho, diferenciação de cor ou raça, classe social, religião. Mesmo que sem dinheiro, paz, sem amor, sem políticos humanos e/ou bom senso, o espírito esportivo sempre sobressai.

Essa é a grande força do esporte.

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